quarta-feira, 5 de março de 2014

Desistências e novos começos

Logo após encerrar a leitura de Angústia do SK, já comecei março bem, abandonando um livro... É triste, mas estou falando de Eugênia Grandet, um clássico do famoso Honoré de Balzac. Fiquei muito relutante em largar este livro, pois me identifico muito com Balzac em termos de comportamento enquanto escritor (o que não é algo para se gabar, mas como diz uma amiga minha: FAZER O QUÊ...), e gostaria de poder adorar esse escritor do mesmo jeito que fiz quando conheci outro clássico, Dostoiévski. Mas a vida tem dessas! Comecei o livro, e sem sombra de dúvidas é muito bem esrito, mas 2 coisas me fizeram desistir: o estilo verborrágico e descritivo à enésima potência foi um motivo. Somado ao linguajar de época, esse fator pesou muito na minha decisão, e não é a primeira vez que isso acontece; até hoje não concluí Senhor dos Anéis e nem tenho a intenção de fazê-lo.

      

O segundo motivo é a estrutura que o autor criou para sua obra: os livros de Balzac formam um enorme conjunto de obras interligadas (não necessariamente no enredo, mas tematicamente), o que automaticamente ativa o alarme da preguiça no meu cérebro, um instrumento obscuro e inacessível que por volta e vez me avisa quando abrir mão de alguma coisa pela comodidade. Desse tipo de obra já me basta ONE PIECE, Balzac. Quem sabe um dia eu retorne a você, tenho sim esse desejo, mas falta a vontade de realizá-lo.

Assim sendo, a fila andou e minhas leituras agora são essas: Coletânea de histórias de Lovecraft, livro que estou lendo HÁ UM SEMESTRE OU MAIS; Horror em Gotas, coletânea de contos da Karen Alvares, escritora contemporânea e iniciante que acompanho faz um tempo. Tenho até que ver o jeito que vou fazer a resenha desse livro, pois já passei da metade e provavelmente não vou opinar sobre cada conto individualmente; e a minha aposta para autores independentes da vez, Olhos de Dragão - Coração de Fênix, livro da iniciante Márcia Albuq. Me fisgou pela sinopse, comecei ele ontem.

      

É isso, para fechar, deixo avisado que iniciei o Book Tour do meu livro O homem sem signo, aguardem novidades a respeito.







domingo, 2 de março de 2014

Impressões: Angústia, de Stephen King


Mais um livro do SK aqui, quem diria que o terceiro livro viria para o blog tão rápido, tendo o primeiro sido uma grande decepção, hein... A verdade é que veio mais por teimosia que outra coisa; os fãs do King são aqueles bem chatinhos, e sempre em listas de discussão vinha um para encher a bola dos livros dele. Eu, contrariado por não achar ele lá essas coisas, acabei retomando o autor para tirar a prova dos nove. Acho que dessa vez eu acertei.

Angústia conta a história de Paul Sheldon e Annie Wilkes, respectivamente um escritor famoso e sua fã número um. O pobre escritor está viajando após ter concluído mais um livro e sofre um acidente de carro. A pessoa que o encontra e resgata do acidente é ninguém menos que a enfermeira Annie Wilkes, que se nega a levar o autor para um hospital e começa a tratá-lo em sua casa isolada da cidade mais próxima. A angústia referida no título cai sobre Paul, que vê sua vida se transformar num inferno ao ser aprisionado por uma louca que o força a escrever um novo livro da sua série favorita, em meio a tortura psicológica e física.

O que gostei:
- A história é simples e bem conduzida, o plot não dá muita margem para buracos no enredo e facilita a vida do leitor em não dar margem para ele se perder na narrativa
- O livro tem apenas 2 cenários: a casa de Annie e o livro que Paul escreve enquanto é mantido preso, achei isso muito interessante e permitiu o autor focar quase inteiramente na psique dos personagens (inclusive fazendo essa psique se transpor no segundo cenário, que é literalmente um mundo dentro da cabeça de Paul).
- Personagens interessantes.
- O livro realmente me prendeu, eu queria saber como a história ia terminar, ponto para o King, que só fez isso comigo no terceiro livro.

O que não gostei:
- Muita enrolação. Talvez pela história ter um cenário apenas, acabou que me deixou agoniado para ver aquilo terminar de uma vez e sair logo do quarto-prisão.
- Diálogos puxam para algo caricato em vários momentos.
- O King brinca com a forma, usando pontuação, a separação de capítulos e até a transição entre mundo real/livro de Paul como bem entende, e se vale do fato do personagem muitas vezes estar drogado para quebrar as regras de construção. Me confundi demais nesses momentos.

Considerações finais: O SK finalmente me fez entender o que o torna tão famoso. O livro é satisfatório; mesmo não me fazendo virar um fã, sei do talento do autor e provavelmente gostarei dos trabalhos mais famosos dele (Cemitério, Carrie, etc), mesmo que ainda não tenha intenção de lê-los tão cedo. Os pontos que não gostei no livro, quase que desconsiderei, pois eles me fizeram passar justamente pelo que o livro tanto se esforçou em mostrar naquele período da vida de Paul Sheldon: angústia.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Impressões: Menina bonita bordada de entropia, de Cirilo S. Lemos

Desde que comprei o kindle, tenho lido muito mais do que era costume, e leiam "muito" no sentido mais superlativo que a palavra puder significar. Pela portabilidade, comecei a ler também fora de casa, em filas e bancos públicos, mas isso não era muito frequente devido à aparência dele ser atrativa a larápios, ainda que seu uso não. Tudo mudou quando resolvi instalar o app do Kindle no meu celular: passei a ler bem mais nas tais filas e bancos sem a preocupação de levar outro aparelho, ainda que portável. E o alvo de leitura também mudou, antes eu saía com o kindle e continuava a leitura que fazia em casa, agora uso o celular exclusivamente para uma leitura rápida, de contos e textos menores. Foi nessa minha (já não tão) nova rotina de leitura que acabei lendo o conto do Cirilo, que por sinal está bem barato na amazon. Vamos às minhas considerações.

Menina Bonita Bordada de Entropia

Sinopse: Uma embarcação da Sociedade Tecnocrata, repleta de demônios pescadores, resgata do leito lamacento do mar uma Menininha. A ideia é devorá-la, como a iguaria que é. Mas o Capitão, um autômato classe Norton e funcionário exemplar, prefere obter a autorização da empresa antes. Cercada por demônios e robôs, que chance pode ter uma adorável Menininha?

A sinopse é curta e direta, mas resume bem tudo do enredo do conto. Sim, é basicamente uma menininha robótica sendo resgatada por um barco com demônios/robôs, e a conclusão desse encontro inusitado, que também é rápida e bastante simplória. A pobreza do enredo só ajuda a exaltar a principal qualidade do conto: o estilo de escrita do autor. Não tenho certeza se esse é o estilo costumeiro do Cirilo ou se ele estava fazendo experimentações com o conto, afinal é o primeiro texto dele que leio, mas o resultado é excelente (e ouso dizer até raro). A escrita dele se encontra num meio termo razoável, que não é completamente direto e narrativo, mas foge à densidade exacerbada e cansativa da maioria dos textos mais rebuscados. É simples, no entanto, poético. Recomendo contundentemente que leiam.

O que gostei:
- Escrita primorosa
- Descrição de cenário eficaz, que deixa curiosidade sem fazer o leitor se confundir ou se interessar mais pelo mundo que pela história
- Estrutura do texto simples bem montada

O que não gostei:
 Não consegui ver nenhum defeito no conto

Considerações finais:
Aprovado com louvor, Menina bonita bordada de entropia é um ótimo conto, e indico para qualquer leitor, independente de gostos literários. Achei um erro ortográfico apenas, e o preço do ebook é muito barato. COMPREM. Pretendo algum dia ler mais coisas do autor.






quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Impressões: Revista Trasgo #1


Dando continuidade à minha seção de opinião, vou fazer uma resenha da Revista Trasgo número 1. Iniciativa louvável do Rodrigo van Kampen para a disseminação da leitura de ficção, mas não é isolada; vários projetos parecidos estão surgindo concomitantemente - como a Pulp Feek - o que é excelente para o cenário de fantasia e ficção científica nacional. Friso bem "fantasia nacional" pela riqueza da mesma, que abrange não só a fantasia internacional, da qual somos consumidores, como também a criação de histórias originais pautadas em uma vivência local dos autores e a utilização do nosso folclore como fonte de idéias. A Trasgo reflete bem essa mistura e abundância de conteúdo heterogêneo. Achei pouquíssimos erros, alguns claramente de digitação, e a edição foi excelente, uma grata surpresa para mim no kindle - ambiente em que até os ebooks profissionais podem ter uma diagramação fraca. Como são poucos contos, comentarei cada um individualmente.






Ventania, de Hális Alves,  traz um conceito interessante, um tipo de Mad Max nordestino. Somos apresentados a um cenário pós-apocalíptico bem interessante, onde Ventania é um reduto autosuficiente na forma de uma fortaleza/moinho-de-vento. A escrita da parte de ação no final do conto me pareceu muito confusa, não sei se foi intencional pela cena, mas não curti. Espero ver mais alguma coisa do autor neste universo, que achei bem promissor.



Azul, da Karen Alavars, eu pulei, pois já tinha lido anteriormente. Procurei minha opinião sobre o conto e não lembro aonde postei, mas em poucas palavras, é um conto de terror psicológico bastante abstrato (característica que adoro e uso bastante) e se encaixa muito bem no gênero horror. Só lendo para sentir, e só depois, entender.



Náufrago, de Marcelo Porto, é meu conto favorito. Talvez por eu ter andado tanto de ferry boat em Salvador, me identifiquei com muita facilidade, e mesmo sendo minuciosamente crítico com viagens temporais, neste caso não me senti incomodado. Parabéns ao Marcelo.



Em Gente é tão bom, de Claudia Dugim, encontrei um conto de um humor "cinzento", quase negro, algo que gostei logo de cara. A autora fez uma caracterização muito boa da personagem egoísta, gananciosa e até sádica. Não me tirou risadas, mas me prendeu e conquistou o meu ódio para com a repulsiva personagem principal.


Sobre A torre e o dragão, de Melissa de Sá, acho que é o conto mais longo da revista. Uma fantasia tradicional vista por uma ótica diferente. Gostei do estilo da Melissa de Sá; não é uma escrita densa nem leve, é um meio termo saudável que consegue agradar aos dois públicos. Conta a clássica história da donzela raptada, reestruturada neste conto de final surpreendente.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Feliz ano novo! E algumas leituras.

Após um longo hiato, cá estou para desejar um bom 2014 a quem por aqui passar. E claro, sem delongas, vou falar de duas leituras que fiz nesse fim de ano, confiram a seguir.



O ebook de terror da vez foi o Branca dos mortos e os sete zumbis e outros contos macabros, do Fábio Yabu.


Bom, peguei este livro num momento de necessidade, queria algo rápido e com o tema terror, mas me decepcionei nos dois âmbitos. No "rápido" porque foi rápido DEMAIS. Para se ter uma ideia, a versão que peguei tinha na verdade apenas um conto, Os três lobinhos, e mesmo ele é colocado de forma a passar uma impressão errada. O conto inicia aos 60% do ebook!!! Confesso que me senti enganado de ver que mais da metade do ebook é de dedicatória, prefácio, ilustrações, etc. Mas OK, vamos considerar isso como um engano honesto. A história a queda dos deuses lobos, e como eles resolvem retomar a sua glória de outrora. Aí entra a minha decepção com a parte de 'terror', pois apesar de apresentar uma cena violenta, não é exatamente assustadora. A linguagem é fluída e a composição do texto é boa. Meu veredito é que Os três lobinhos é um bom conto, mas a forma que ele se coloca para o leitor, seja na temática do texto ou na parte editorial, gera uma expectativa para algo que não existe.

Antes de encerrar minha consideração, devo dizer que vi o nome do conto abaixo do título, mas não imaginei por isso que fosse só ele a estar no ebook. Para piorar a confusão, o link que me levou até a página de download mostrava a sinopse da coletânea, e não apenas do Os três lobinhos.

***


E finalmente lendo alguma coisa do fenômeno digital: Vanessa Bosso! O livro foi o Imortal, disponível na Kindle Store. A sinopse é curtinha, vejam aí:

Ele não é um vampiro, mas, acaba de completar 533 anos. A vontade de morrer é a única coisa que o mantém vivo. Até que alguém surge em sua vida… alguém capaz de mudar tudo. Deixe-se transportar para o Vale do Loire e descubra que o amor verdadeiro existe, independente do tempo e do espaço. Desvende os segredos por trás da imortalidade e deixe-se apaixonar por esse romance imortal.

Não sei bem como classificar: romance, ficção científica, fantasia... A história tem um pouco de cada. Mas isso não é importante, a história em si que é, e nesse caso terminei a leitura satisfeito. A autora tem uma escrita leve, bem contemporânea e rápida; isso percebi logo nas primeiras páginas e se manteve firme até o final. O plot, entretanto, me deixou receoso nos primeiros dois terços. A história começa com a apresentação de Nicolas, o imortal, e basicamente deixa o leitor a par de sua vida como um todo. 

Somos apresentados à busca pela máquina do tempo, e esse parece ser o grande motor que vai levar a história, mas de repente, a situação muda e a leitura se transforma num romance desencontrado entre Nicolas e Sofie, uma viajante que chega até a casa dele com o carro quebrado. OK, me senti meio sem foco, mas a escrita é tão tranquila que fui levando, mesmo sem saber qual seria a ideia central que o livro apresentaria como problema para ser solucionado. Acaba que o livro chega perto do final e não te apresenta isso, quase achei que o livro seria uma crônica sem rumo demasiadamente extensa. E no final, para minha surpresa, acontece uma reviravolta muito legal, que não te permite parar até ver o desfecho.

O livro é bom, a leitura é simples, mas a história demora para engrenar (talvez até mais que a maioria aguentaria). Recomendo para quem não está atrás de um livro denso ou muito entusiasmante. É algo que você pode ler entre uma ou outra leitura mais séria.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Impressões: Guardians, Volume 2, de Luciane Rangel





Sinopse: Pouco a pouco, as verdades escondidas pela antiga geração de Guardiões vão sendo reveladas. Mas, quando o grupo atual parecia estar se organizando para finalmente lacrar a barreira, mais uma das sórdidas armadilhas de Kuro consegue, afinal, desestabilizar o grupo, pondo tudo a perder. Agora, os Guardiões encontram-se separados, com quatro deles – incluindo a antiga Guardiã Sofie Gautier – presos no Mundo Youkai. Portanto, mais do que nunca, o grupo que permaneceu na dimensão humana precisa unir suas forças para resgatar seus companheiros e finalmente lacrar a barreira. Porém, além dos acontecimentos que incidem contra eles, o tempo é curto e, se não correrem, logo poderá ser tarde demais. 

Todos lutam por aqueles em quem acreditam. E você? Está lutando por quem?


Bom, eu li o primeiro livro no kindle, e vocês podem ver minha opinião sobre ele AQUI. Devo esclarecer que minha avaliação agora não leva em consideração certos pontos negativos, como a restrição de público-alvo, pois na minha visão, quem não se importou com essas coisas no primeiro livro, também não se importará no segundo, COMO ACONTECEU COMIGO. Dito isto, devo informar que comecei a leitura bastante empolgado, e ávido para saber como ia continuar a história dos 12 guardiões criados pela Luciane, e infelizmente não terminei com a mesma empolgação do início. Vamos às considerações!

O que gostei:
-Diálogos em sua maioria divertidos, definitivamente são o ponto forte da autora
-Desenvolvimento dos personagens bastante visível, e mesmo sendo uma quantidade grande, não causa confusão no leitor
-Ilustrações bonitas
-Narrativa dinâmica, sempre alternando entre os vários personagens

O que não gostei:
-Utilização exacerbada, e na maioria das vezes desnecessária, de aspas
-Muitas explicações minuciosas sobre atitudes e pensamentos das personagens, algumas vezes até sendo repetitivas
-Descrições muitas vezes inexistentes. Admito que sou um leitor e escritor mais narrativo, mas sei que pelo menos um mínimo de descrição é necessária para uma boa cena. É um defeito que não me atrapalhou em nada, mas ainda sim, um defeito
-A autora se preocupou tanto em defender os direitos homossexuais que boa parte do livro teve um caráter quase de propaganda. O casal lésbico é retratado sempre, e talvez na maior parte do livro, como um casal perfeito, cheio de amor, paixão,virtudes e nenhum defeito, mas que vive a sina de sofrer pelo 'ambiente externo ao casal' que inevitavelmente se torna o agressor, se não conscientemente preconceituoso, através de alguma atitude duvidosa. SÉRIO. A autora tem a liberdade para mostrar sua vertente ideológica - como já havia feito com o tema no livro 1 da série - mas nesta obra ela forçou demais a barra, com algo totalmente irreal e enfadonho.

Considerações finais:
O livro segue a aventura num ritmo mais lento, focado mais no desenvolvimento de personagens (alguns mais que outros) e prepara o cenário para o desfecho. Um tanto previsível, e não tão bom quanto o primeiro, mas tem bons diálogos. Assim como o primeiro, recomendo para o público otaku, eles serão bem mais receptivos que os leitores de fora dessa cultura.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Um email intrigante

Olá, mais uma vez atualizando o blog, desta vez com um fato interessante que aconteceu na minha caixa de entrada do email. Eu estou escrevendo meu segundo livro de fantasia, e já faz bastante tempo que me dedico a este gênero, mas antes de entrar nele, eu escrevia bastante crônicas de humor, e devo dizer que é o estilo que mais gosto de escrever. Pois bem, eu havia escrito um livro nessa pegada há alguns anos, inclusive ele está disponível na Amazon, olha o link aí ao lado (ou clique aqui: http://www.amazon.com.br/dp/B0060NEV7O).

Pois bem, do nada recebi este email:




Acontece que eu nem lembrava que tinha conta na Bookess, muito menos que meu livro estava disponibilizado lá inteiro e de graça!!! Foi legal redescobrir isto, e mais ainda através de uma pessoa que comentou dizendo que gostou. OK, mas e aí, o que há de estranho nisso tudo? Bom, o tal comentário da Olívia NÃO EXISTE na página do livro. Não sei se ela apagou ou se eu tenho que aprovar em algum local, mas o fato é que não há nada lá. Sério, isso me deixou uma impressão "Tobby do Harry Potter" (não lembro se é esse o nome do monstrinho lá, mas enfim...).

No mais, só isso mesmo, se alguém quiser ler O ingresso e a Lei de Murphy de graça, só ir no Bookess; ou se quiser dar 2 reais, pode comprar o ebook na amazon.

Abraço e até mais!


PS: Sei que o layout está zoado, é porque o blogspot não está deixando eu corrigir o tamanho da imagem de O homem sem signo, um dia eu resolvo este problema. EDIT: já arrumei. :)